AMOR À CAMISA OU AO DINHEIRO?

seleção mercenária

Esta semana o zagueiro Juninho do Botafogo acertou sua transferência para o São Paulo. Com essa transferência, o zagueiro se torna o quarto jogador, daquele time que encantou o Brasil no primeiro trimestre deste ano, a abandonar o Botafogo (antes dele já deixaram o clube: os meias Joílson e Zé Roberto e o atacante Dodô).

Juninho era visto no Botafogo como um líder, identificava-se com a torcida, parecia que ia se tornar um ídolo em General Severiano, mas bastou o São Paulo vir com uma oferta tentadora para o jogador arrumar suas malas e ir embora.

Então ressurge a discussão sobre o que é mais importante no futebol nos dias atuais: o dinheiro ou o amor à camisa? Ainda vale a pena se tornar um ídolo como é o Rogério Ceni no São Paulo? E você o que faria numa situação dessas?

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10 comentários sobre “AMOR À CAMISA OU AO DINHEIRO?

  1. nice! i’m gonna make my own journal

  2. Bem, tudo comecou qnd o Botafogo comprou o Ze Roberto, q estava no Japao !!
    So q o clube nao pagou todas as parcelas, ai essa empresa, a MFD “ajudou” o glorioso, pagando essa divida … so q como “recompensa” , adquiriu 50% dos direitos do jogador … ai continuou rolando o campeonato, juninho jogando bem , se valorizando … acabou e surgiu essa proposta.
    Como é a empresa q detem da maior parte, aceitaram a proposta, msm nao sendo mt boa para o Botafogo . So q como retribuicao , com parte do dinheiro da transacao, eles ja prometeram trazer um jogador para o clube .

    Mas isso vem ocorrendo sempre. Jogadores juram amor aos clubes, so q quem manda hj em dia sao os empresarios !! E para eles, so servem o DINHEIRO !!

    Abracos !!

  3. É claro que vale, se tornar um ídolo como o Rogerio Ceni, mas por outro lado a pessoa quer ficar a mais rica possivel. Eu não acho tão justo nós falarmos da situação sendo que não vivemoas o outro lado. Deve passar na cabeça do jogador: Eu fico e amanhã ou depois começo a jogar mal e a torcida vai começar a me xingar com a maior facilidade, vou deixar de ser ídolo, vão me odiar e eu vou ter jogado fora a oportunidade de dar uma melhor condição de vida para minha mulher e meus filhos. E aí??? O que fazer???

    Todos sempre serão bem vindos no “Futebol, musica e etc”.
    Um abraço Cesar.

  4. UMA REFLEXÃO SOBRE ZAGUEIROS
    Tenho notado que a opinião geral do que venha a ser um bom zagueiro vem mudando. Tem se elogiado exaustivamente a zagueiros que marcam muitos gols, sendo os mesmos agora apontados como destaques na posição.
    Na minha modesta opinião, o bom zagueiro é aquele toma bolas dentro da área sem fazer pênalty e sai jogando de cabeça erguida, que se antecipa com decisão, que é preciso nas bolas aéreas e rápido nas rasteiras sendo driblado dificilmente. Enfim, é aquele que evita muitos gols e não o que necessariamente os marca. O bom zagueiro não é aquele que só aparece em partidas de meio de temporada, e sim o que se sobressai nas partidas decisivas, ainda que discretamente.
    Para ilustrar o pensamento de que a referência de bom zagueiro vem mudando, tomo como exemplo dois zagueiros que vem sendo muito badalados neste final de ano, tempo de agitação no mercado da bola: Chicão do Figueirense, e Juninho ex- Botafogo e agora contratado pelo São Paulo.
    Não tenho opinião formada a respeito do Chicão, visto que pouco o vi jogar. Seu nome vem sendo ventilado como alvo de grandes clubes brasileiros que o desejam para 2008. Este grande interesse pelo zagueiro do Figueirense vem sendo justificado pelo número de gols que o mesmo apontou no Campeonato Brasileiro, sendo muitos em cobranças de pênalty.
    Já o Juninho, este vi jogar por diversas vezes. É fraquinho, fraquinho. Mau pelo alto e lento pelo chão. Driblado facilmente, é o chamado zagueiro “cintura dura”. Ganhou destaque no noticiário devido aos muitos gols marcados em cobranças de falta (o que faz magistralmente) durante o Campeonato Carioca, bem como no Brasileirão. Se o São Paulo pensa em substituir o jovem e futuroso Breno que deve ir para a Alemanha, pelo Juninho, vai ser como sonhar com a Mulher Samambaia e acordar com a Marlene Mattos.
    Deixo aqui uma pergunta aos amigos: Qual é o bom zagueiro ? O que evita gols, ou o que os faz ?

    RODRIGO MOLINA terça-feira, 11/12/2007

  5. Realmente é muitíssimo raro um profissional, atualmente, do futebol ter amor à camisa.Existe uma identificação, mas é superado devido à rotatividade que compete ao futebol.Existe muito mais desgaste nesta relação de clube e jogador, pressão e disse-me-disse da imprensa(que é muito culpada de muitas histórias), do que em outros tempos.O futebol era nivelado, financeiramente falando, em todo o mundo.Hoje há uma dispersa diferença.No caso do Botafogo uma coisa foi puxando a outra, e como disse em um desses posts do blog, o seu Montenegro tem muita influência nessa situação.Dodô não quer mais jogar pelo clube e assim foi levando seus companheiros juntamente para fora do clube.E o fato mais curioso é que não foi somente esses jogadores que saíram não, ele (Montenegro) também decidiu deixar o clube(agora sendo somente colaborador).Talvez devemos, assim como os jogadores que se acostumaram a trocar o amor à camisa pela grana, nós devemos nos acostumar a trocar ídolos por guerreiros que se entregam com a camisa de nossos times e honram a camisa enquanto a veste.
    Parabéns Rogério Ceni !

  6. Não existe amor.
    Existe a grana, que destrói coisas belas.

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